Na ordem de votação da urna nas Eleições 2026, o eleitor primeiro escolhe deputado federal e, ao fim da sequência, presidente da República; o TSE também orienta conferir dados do candidato antes de confirmar cada voto.
A informação consta em material de serviço do Tribunal Superior Eleitoral sobre o primeiro turno das Eleições 2026. O órgão lista seis cargos em disputa e estabelece a sequência que aparece na urna eletrônica: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeira vaga para o Senado, segunda vaga para o Senado, governador e presidente da República.
O mesmo conteúdo do TSE reforça que, em cada tela, o eleitor deve observar foto, nome, número e partido antes de apertar a confirmação. A orientação busca reduzir erro de digitação e evitar que o voto seja encerrado com dados divergentes dos candidatos pretendidos.
As informações oficiais consultadas indicam que a lógica da urna nas eleições gerais de 2026 segue a ordem dos cargos em disputa no primeiro turno. No caso do Senado, o eleitor faz duas escolhas separadas, já que há duas vagas sendo preenchidas nessa etapa do pleito.
Ordem de votação na urna
Em conteúdo de orientação ao público, o TSE descreve a sequência completa para o voto no primeiro turno. A ordem começa por deputado federal e avança para deputado estadual ou distrital, depois para a primeira e a segunda vagas do Senado, antes de governador e presidente da República.
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba publicou material de serviço em linha semelhante, ao informar que no dia 4 de outubro o eleitorado fará seis escolhas na urna eletrônica e que a sequência já vem definida. A peça institucional reforça a necessidade de o eleitor se preparar para votar com rapidez e tranquilidade.
O TRE-PB também informa que a cola eleitoral pode ser levada em papel, enquanto o celular não pode ser usado na cabine de votação. Essa orientação integra o conjunto de medidas práticas para acelerar a identificação dos números e evitar infrações no momento do voto.
O material consultado confirma a ordem de votação e os cuidados básicos recomendados pelos órgãos da Justiça Eleitoral, mas não detalha, nas páginas abertas, regras adicionais sobre eventual segundo turno além da sua previsão quando houver disputa. Como a única fonte operacional acessível e citada é institucional, a publicação requer revisão humana antes de ir ao ar.
Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.


